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Captain Fantastic


Em 114 minutos, Matt Ross, oferece-nos uma história incrível de uma família, com seis filhos, que vive nas florestas do Noroeste do Pacífico de uma forma pouco convencional.

O Livro do Hygge


Á primeira vista, e com subtítulo "O segredo dinamarquês para ser feliz", parece tratar-se de um livro comum de auto-ajuda com soluções milagrosas para uma vida feliz. Mas, após a leitura das primeiras páginas, rapidamente entendemos que não é disso que se trata.

La La Land

Se tivesse de descrever este filme numa frase seria "a ode ao sentido da vida". Clichê, eu sei, mas é provável que esteja aí toda a essência do filme.

Broken Mirrors pela Catarina Inácio


A Catarina tem apenas 18 anos e um fantástico talento em progressão e é com muito orgulho que já pode ser considerada uma artista e fotógrafa. No mês de março deixou um pouco do seu testemunho deste mundo por detrás de uma câmara fotográfica aqui no blog, numa entrevista do talks que podem ver aqui.

O terceiro Quase Livro


O terceiro Quase Livro da Ana nas tintas nasceu através de duas situações que ocorreram quase em simultâneo na sua vida e que a inspiraram nesta ideia de representar “elas, as dos contos”. O seu avô encontrou o livro de contos que tinha oferecido à sua mãe quando era pequena e a Ana adquiriu recentemente o livro Grimm Tales do Philip Pullman.
Quando começou a criar e a construir as personagens em “layers” tudo começou a ganhar forma e foi então que soube que estaria ali a surgir o Quase Livro #3.

Este Quase Livro acaba por ser muito contraditório, porque Philip Pullman defende que as personagens dos contos têm objetivos muito claros, e por isso as personalidades são pouco exploradas, uma vez que funcionam quase como "peões" num tabuleiro de xadrez. Não há segundas intenções por detrás daquilo que elas nos mostram. Gostei tanto desta ideia que quis tentar fazer o contrário! As personagens (principais ou não) poderiam ser mais aprofundadas. E com essa intenção acrescentei, e porque não reduzir esta "caracterização" a um excerto? Os contos funcionam como um todo. E porque não reduzi-los a uma das partes, quase como se dela exclusivamente se tratasse? Bem...este é certamente o Quase Livro "do contra". (risos). ” diz Ana.


Os contos foram seleccionados pelo seu “conteúdo” e “forma”, conta a Ana. Relativamente ao “conteúdo”, foram escolhidas personagens femininas com histórias ou personalidades muito diferentes. Quanto à “forma” foram analisados os cenários que tinham mais potencial na representação, ou seja que eram mais ricos visualmente.

Ana acredita que os contos tinha de ser assim, contados desta forma e com todas as maravilhas que muitos deles vão apresentando. Para ela a realidade distorcida destas histórias não existe, pois o próprio conceito de realidade é subjetivo. “Os contos têm sempre um objectivo muito claro: o facto da Capuchinho Vermelho ter sido comida pelo Lobo, um perfeito estranho que a abordou na floresta e a desviou do seu caminho, é a lição mais simples do que os pais actualmente nos dizem "não fales com estranhos!". Os contos têm essa capacidade de se poderem associar à actualidade. Seriam mesmo as formas mais "fantásticas" de se alertar as crianças para algumas realidades.”.

Ilustrar personagens que à partida têm uma imagem pré-concebida poderia ter-se tornado mais limitador criativamente mas Ana afirma que não. Algumas das personagens foram influenciadas pela imagem que já existe delas e o que foi feito foram reinterpretações.


É possível adquirir as ilustrações deste Quase Livro individualmente. São ilustrações feitas por camadas, em papel de aguarela e em formato A4. A Alice e a Polegarzinha já foram vendidas, por isso se quiserem uma em vossa casa terão de se apressar.

O Quase Livro #1 foi inspirado no livro “As cidades invisíveis” de Italo Calvino. Este surgiu com ilustrações que foram produzidas para uma exposição. O #2 é uma história sem texto, de um Lobo que encontra a felicidade junto de uma Raposa. O Quase Livro #4 saíra em Maio e ainda está em processo de criação. São publicações bimensais, numeradas.

Felizmente, Os Quase Livros têm sido muito procurados e esgotam sempre no primeiro mês, apesar de terem vindo a aumentar no número de impressões. Já não é possível adquirir este agora, mas no final do ano é feita uma segunda edição de todos os livros anteriores.



Welcome to Mirrorland

Welcome to Mirrorland é uma das exposições de ilustração da Selma Pimentel. Mirrorland é um espaço de reflexos. Reflexos da artista e reflexos de quem o visita.

Até dia 3 de abril podem visitar uma das salas de exposições do Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz e conhecer as histórias contadas pela Selma numa compilação de algumas das suas ilustrações. Desde ilustrações da sua coleção privada até àquelas que estiveram por detrás dalgum projeto em particular, podemos encontrar obras que refletem a personalidade e o percurso pessoal e profissional da artista.



Com um traço bastante pessoal e característico que marca as suas obras podemos também notar uma grande versatilidade de temáticas, pois o seu trabalho não viaja apenas pelo imaginário infantil, estende-se para um universo mais crescido e introspectivo que se refugia num mundo de espelhos.
Também é possível notar uma grande variedade de influências culturais diferentes, algumas delas que marcam ou já marcaram a sua geração.

Ilustração da receita do bolo de natal do ano passado da Inês Mendes do blog Ananás e Hortelã.

Duas das ilustrações da artista que reflectem a sua influência pela manga.


Podem acompanhar o trabalho da Selma Pimental através do website, facebook, behance e instagram.
Se não tiverem oportunidade de visitar a exposição na Figueira da Foz ou no Museu Municipal Álvaro Viana de Lemos na Lousã fiquem atentos, em breve poderão ver outras exposições noutros locais.





Blindspot e Limitless


Blindspot e Limitless foram duas séries que estrearam em 2015 e apesar de estarem apenas na primeira temporada e ainda não ser muito percetível o seu potencial a nível de qualidade, já dão muito que falar.
As séries relacionadas com investigações policiais são um sucesso e isso é notório, pois é o género mais presente na tv. No entanto, muitas delas tornam-se demasiado semelhantes e isso pode estar relacionado com o facto da história paralela aos casos investigados, ou seja a história das personagens principais, ser muito simples ou pouco ficcionado. Estas duas séries apresentam uma história paralela perto da ficção científica e do mistério.

Blindspot começa com o aparecimento de uma mulher dentro de um saco na Times Square, Jane Doe. Esta não tem quaisquer memórias e o seu corpo está repleto de tatuagens. Cada uma das tatuagens tem uma história perigosa associada. As investigações giram em torno dos mistérios e histórias que são revelados aquando a análise de cada marca que está no corpo de Jane.



Limitless é sobretudo centrada nas capacidades extraordinárias que são cedidas a Brian. Após ter dado início à toma de comprimidos que lhe davam uma inteligência singular, Brian é chamado para ser observado pelo FBI, mas acaba por permanecer e colaborar nas investigações. Para quem gosta de detalhes, existe uma pequena diferença nas imagens quando as suas capacidades estão melhoradas.