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Inspiração em três animações


Diariamente, cruzamos-mos com imagens, textos ou vídeos online que nos enchem os olhos e o coração. Muitas animações ou short films fazem parte desses conteúdos, pelo menos para mim. Algumas destacam-se pela história, outras pelo estilo gráfico e/ou edição e técnicas usadas.

São muito fáceis de encontrar, porque estão por todo o lado, inclusivé nas redes sociais. Em contrapartida nesses locais nem sempre lhes damos a devida atenção e, por isso, hoje decidi selecionar para vocês três animações bonitas que encontrei nos últimos tempos.

Sugestões para um Natal mais hygge + Giveaway


O Natal é considerado por muitos a época mais hyggelig do ano, em que praticamente podemos ter em conta qualquer uma das suas máximas para esta altura festiva e ter dias felizes.

O tempo com a família e amigos no Natal pode ser verdadeiramente mágico. Por vezes pode parecer difícil encontrar atividades para fazer em conjunto, mas é bom quando elas realmente acontecem e, por isso, neste post vão poder encontrar sugestões para trazerem um pouco mais de Hygge ao vosso Natal e partilhar bons momentos.

"Licenciei-me… E Agora?", o livro da Catarina Alves de Sousa


Encontrar um lugar no mercado de trabalho pode ser um verdadeiro desafio, quer se seja recém-licenciado ou não. Saber o que fazer e como o fazer de acordo com o panorama actual não é fácil e muitas vezes existe um confronto com as decisões importantes que têm de ser tomadas de forma rápida (não deixando espaço para o lado eficaz tanto quanto se desejaria).
A Catarina é quem está por detrás do blog Joan Of July e os seus dias enchem-se de paixões (ou devo dizer amores?) pela escrita, fotografia, projectos e pequenos negócios que a deixam de coração cheio. Quem já a lê no seu espaço online vai reconhecer no livro a sua forma de comunicar, num discurso simples, direto e que combina o lado pessoal com os assuntos de carácter mais formal que são abordados.

Ilustrações de bichanos reais, pela Filipa Namorado



No momento de adoptar um animal de estimação, os mais jovens, saudáveis e bonitos (de acordo com os padrões pré-concebidos) são os mais escolhidos e os que normalmente permanecem menos tempo em FAT ou abrigos. Infelizmente para trás ficam muitos outros. Estes não são gatos que cumprem o padrão de beleza, agilidade ou saúde, mas são gatos. Merecem muito, tal como qualquer outro animal. E é mesmo desses que vamos falar hoje.

Os Quase Livros de 2016


Em 2016 conheci o trabalho da Ana nas tintas e a par com algumas ilustrações que já têm lugar em molduras cá em casa, foram chegando também os Quase Livros.
Para quem não viu este e este post, eles são pequenos livros criados pela Ana com periodicidade bimensal e numerada. Hoje o destaque vai para os #5, #6 e #7. O que podemos ver neles, tal como nos anteriores, são curtas e bonitas narrativas.

Projecto Precious Plastic


Esta é uma sugestão de DIY um pouco diferente, trata-se de um DIY com um pensamento amigo do ambiente.

Atualmente sabemos que, de forma inconsciente, a nossa pegada ecológica aumenta de dia para dia. Inconsciente, porque gastamos mais recursos individualmente, mesmo que façamos um esforço pessoal para o contrário. As grandes industrias fazem-no por nós e é difícil escaparmos ao que nos é oferecido diariamente no mercado.

É claro que temos sempre alternativas mais favoráveis para o ambiente, mas será que isso chega? Não, porque a nossa capacidade de “curar” as feridas do planeta é muito lenta comparada com a velocidade com que ele é explorado e mal tratado.
Ao reciclarmos o nosso lixo doméstico estamos sem dúvida a contribuir para o processo de apaziguamento do desastre ambiental, mas ainda é possível fazer mais e a prova disso é o projecto Precious Plastic.


O plano do Precious Plastic é o de permitir que, em qualquer lugar do mundo, as pessoas possam transformar um dos resíduos maiores e mais difíceis de fazer “desaparecer” – o plástico - em coisas úteis. Para que isto fosse possível, os membros do projeto desenvolveram e testaram exaustivamente máquinas utilizando ferramentas e materiais básicos para cumprir todos os passos de reciclagem e transformação do plástico. Em seguida realizaram vídeos, modelos e tutoriais muito intuitivos e disponibilizaram-nos online para que qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, pudesse construir qualquer uma das máquinas.

Depois de construídas as máquinas é possível criar e produzir produtos novos dos resíduos de plásticos que existem nas nossas casas. E os resultados finais podem ser produtos totalmente prontos a utilizar, ferramentas ou mesmo matéria-prima.


Se reciclarmos o máximo que nos é possível estamos a ajudar a que o planeta esteja mais limpo, melhorando as nossas condições de vida e travando o declínio a que se tem vindo a submeter o meio ambiente.


O projeto contem uma comunidade onde é feita a partilha de conhecimento e experiências e de colaboração e ajuda entre pessoas que estejam mesmo empenhadas em participar no projeto e queiram estar a par de todas as novidades.


A partilha é fundamental para que o projecto chegue a mais partes do mundo. É importante que as pessoas saibam o que podem fazer pelo planeta e neste caso como o podem fazer. Por isso, basta ir ao site e partilhá-lo nas redes sociais ou noutros locais com as pessoas que conheçamos fazendo assim chegar a mensagem mais longe e, por outro lado, mais perto de quem pode, com estas máquinas, ajudar muito o planeta! 

Dia da mãe com a Arquétipo


Quando se aproximam datas como esta a procura pelo presente que leve a um sorriso é muito comum e, para que isso aconteça, normalmente opta-se por uma destas duas soluções: oferecer algo que se sabe, à partida, que a pessoa precisa ou gosta muito ou então pegar na caneta e personalizar o que é oferecido. No fundo procura-se oferecer algo que a pessoa não se esqueça facilmente e optar pelas palavras pode ser muito boa ideia.


Na semana anterior chegou às minhas mãos uma das boas soluções que a Arquétipo disponibiliza para ocasiões especiais. 
A Arquétipo tem desenvolvido, para além dos produtos genéricos, alguns que são exclusivamente para datas como o dia dos namorados, o dia do pai ou da mãe. A qualidade e a identidade gráfica que tão bem caracteriza a marca mantêm-se, mas é lhes acrescentado um toque especial que inclui palavras bonitas para complementar a ocasião.



Os produtos sugeridos vão desde os postais (como este das imagens), suportes para fotografias (ou qualquer papel que se pretenda) e ainda álbuns de memórias.
Se ainda estão à procura de um presente e querem que seja mesmo pessoal, personalizado, com design elegante e, ao mesmo tempo, com um cheirinho de cultura portuguesa, não se esqueçam de espreitar a página de facebook da arquétipo.


Ideias Despenteadas da Catarina Gomes

Desde refrescá-las, fixá-las ou até educá-las são várias as formas sugeridas pela Catarina para cuidarmos das nossas ideias e o seu próprio livro ajuda-nos nessa tarefa. Quem o adquire é convidado a utilizar desde os materiais mais comuns até àqueles que nunca se imaginou que serviriam para desenhar ou pintar, mas sobretudo a utilizar o que pode ser mais precioso, a criatividade.
Ideias despenteadas é um livro de actividades para qualquer idade, que promete entreter através de simples, mas interessantes sugestões em que o único limite imposto é o do próprio papel. E não há ninguém melhor para contar todo o processo de criação do que a própria Catarina na entrevista que se segue.

Quando surgiu a vontade de criar livros de atividades? E qual é para ti o principal objetivo de um livro como este?
A vontade de criar um livro de actividades surgiu quando estava no mestrado em ilustração e animação no IPCA. Tive a ideia de fazer um livro de actividades para adultos que fizesse lembrar os livros de actividades para crianças com a particularidade de ser introspectivo e auto biográfico.
O objectivo inicial, quando comecei o Livro de actividades para massajar a imaginação foi criar um livro físico que convidasse o leitor a contar a sua história através do registo do desenho. Numa altura em que há uma crescente utilização de dispositivos visuais para nos relacionarmos com o mundo e onde valorizamos cada vez mais o sentido da visão em detrimento do sentido (íntimo) do tacto, criei um  livro que lembra a importância do desenho manual, individual e único.
Nunca tive o objectivo de criar dois livros de actividades seguidos. O primeiro,( o Livro de actividades para massajar a imaginação), sim, o segundo (as Ideias despenteadas) foi uma forma de tentar capitalizar algo com um conjunto de ilustrações que considerei relevantes.


Qual foi o processo criativo que seguiste para a criação do livro Ideias Despenteadas? E quais foram as tuas inspirações?
Decidi fazer o livro das ideias despenteadas só depois de ter um conjunto de ilustrações coerentes. As ilustrações surgiram por um mero acaso. Foi num daqueles dias, como já não acontece à muito, em que estou a desenhar só por desenhar. Sem objectivo, sem nenhum esboço prévio. Usar o material só por usar, para ver o que é possível fazer com ele. Da vontade de experimentar usar o carvão de outra forma surgiram estas ilustrações.
Depois de criar a ilustração “Não me troques as ideias” e a “Tenho de organizar as ideias”, lembrei-me de fazer outras que seguissem a mesma premissa: “E se os cabelos fossem ideias?”. Daí surgiram outras ilustrações.
Em relação ao que me inspirou, não consigo indicar algo em particular. Acho que basta andar com os olhos e ouvidos atentos para andarmos inspirados.


Como é que este livro se relaciona com o teu blog Ideias despenteadas?
O blog Ideias despenteadas foi o primeiro local/plataforma onde partilhei as ilustrações. Quando percebi que era do agrado do público, decidi criar o livro e a cada ilustração associar uma actividade. Aproveitei o facto das ilustrações serem sobre “ideias”, para inserir ideias de técnicas menos usuais que os leitores pudessem usar.


Quais são as semelhanças deste livro com o Livro de Actividades para Massajar a Imaginação?
São livros de actividades que estimulam a prática de diferentes tipos de desenho. Ambos foram escritos, ilustrados e paginados por mim, são a preto e branco e a maioria dos desenhos foram feitos com carvão sintético. As semelhanças ficam por aqui.
O Livro de actividades para massajar a imaginação convida o leitor a completar o livro com a sua história e com o que o rodeia a partir de pequenas frases e grafismos que dão o mote para cada actividade, relembrando o jovem/adulto a experiência de ler um livro infantil, nomeadamente pelo facto de ter mais imagens do que texto, haver uma maior relação entre texto e imagem e pedir a intervenção do leitor.
As actividades convidam-no por exemplo a registar recordações do seu passado, a registar rotinas e hábitos, a fazer uma análise introspectiva da sua personalidade e a registar gostos e aspirações futuras, com algum humor e ironia à mistura. Em vez de escondermos a nossa unicidade, como nos ensinaram quando éramos crianças, “a ser como os outros”, neste livro incentivo as pessoas a mostrarem porque são únicas e especiais. É um livro que celebra o desenho e a singularidade de cada praticante.
Por outro lado , este livro tem uma componente pedagógica importante, presente na primeira parte do livro onde se dá exemplos de como desenhar, apresentando várias tipologias de desenho, várias técnicas e correntes da história de arte, bem como citações de autores sobre o processo criativo, para que quem não tem formação artística se possa familiarizar com diferentes formas de representação.
O livro Ideias despenteadas reúne ilustrações sobre um mesmo tema e a cada uma associei uma actividade relacionada.Para o ajudar a divulgar e vender, oriento workshops em livrarias e bibliotecas e criei uma loja on-line onde vendo também outros produtos relacionados, nomeadamente ilustrações do livro, postais, lápis e uma almofada para descansar as ideias.


Tens actualmente novos projectos dentro do mesmo registo? Gostavas de continuar a fazer livros de actividades?
 Não! Livros de actividades não fazem parte dos planos. Quero fazer outras coisas.
Neste últimos meses estive a preparar a exposição que inaugurou no dia 16 de abril na Ó! Galeria-Porto (Peripécias de uma ilustradora) onde conto algumas histórias da minha vida em pequenas bandas desenhadas.
Neste momento estou a ilustrar um livro, a fazer uns trabalhos de design gráfico e a orientar workshops. Pretendo também fazer umas melhorias na loja on-line e um upgrade à imagem das ideias despenteadas.
Quando houver tempo espero dedicar-me a outras histórias que já tenho escritas e fazer algo com elas.


Achas que é possível educarmos as nossas ideias? Consideras que ainda existem obstáculos a nível social que impedem que boas ideias sejam alimentadas?
Sem dúvida. Para as duas perguntas.
O "livro de actividades para massajar a imaginação" foi realizado no âmbito do mestrado por isso tive de fazer uma grande pesquisa sobre livros do género. Na altura não existia praticamente nada parecido e achei que poderia ser uma boa ideia.
Passados uns anos percebi duas coisas: por um lado eu tenho uma linguagem gráfica muito própria, e que só atrai uma pequena minoria de pessoas, por outro lado e mais importante é que criei um livro demasiado diferente. Tanto, que nem haviam prateleiras nas livrarias portuguesas para livros deste género (hoje já há).
O que eu considerei ser um factor importante, foi afinal um problema. De facto é um livro um bocado híbrido, pois partilha características com livros de actividades para crianças, álbuns ilustrados, livros educativos para jovens e ainda inclui algumas mensagens linguísticas visuais entendíveis por um publico jovem/adulto. Na minha opinião tem tudo para ser um livro que merece algum destaque, mas entendo melhor, agora, a razão pela qual não teve.
Felizmente existem prémios como o ART BOOKS WANTED organizado pela edition lidu onde ganhei o prémio (2014) de melhor livro interativo e o prémio de “total winner”, que me permitiu publicar o livro em inglês, fazer uma exposição inserida na semana de design de Praga e no ano passado convidaram-me para ir lá novamente apresentar o livro e fazer um workshop para adultos. Aqui, cheguei a fazer apenas dois workshops para adultos, um numa universidade sénior (que adorei!) e outro inserido num evento cultural em São João da Madeira.
Não é fácil (e também não é esse o meu papel) explicar às pessoas a importância que o desenho tem na nossa vida e de como o desenho é uma ferramenta essencial na aprendizagem de outras disciplinas. Não é fácil convence-las de que um workshop não é só para crianças. Não é fácil convence-las de que a prática do desenho não é importante só para crianças. Mas eu vou fazendo a minha parte.
Quando estive em Praga e mesmo aqui, houve várias manifestações de interesse, de pessoas ligadas a áreas como a psicologia, a industria automóvel e algumas instituições de ensino superior, que me abordaram com o intuito de eu ir fazer uma apresentação do livro e workshop pois consideraram que o Livro de actividades para massajar a imaginação funciona como um desbloqueador e que pode ajudar a pensar fora da caixa nas mais diversas áreas.
Pode ser que no futuro haja mais receptividade a este tipo de projectos feitos por autores portugueses. Pelo menos já há prateleiras.

Se ficaram curiosos e também gostavam de levar as vossas ideias para a frente com a ajuda deste livro, podem espreitá-lo na loja online.

A colorida Radishpink da Anna Westerlund


No atelier da Anna Westerlund produzem-se peças totalmente artesanais e únicas. Lá as suas mãos são as principais ferramentas para além das essenciais e específicas para cerâmica que permitem que o seu trabalho ganhe a forma que pretende.


Tratam-se de peças que ganham individualidade pelas suas variações, delicadeza, elegância e irregularidades bonitas próprias de peças totalmente trabalhadas à mão.


 

Recentemente a Anna lançou a coleção de primavera/verão deste ano e hoje mostro-vos um pouco do que podem encontrar nela. Fresca é como a própria Anna descreve esta coleção. As peças de verão remetem-nos para os dias de calor e momentos de convívio e lazer. “Quis que fosse mais colorida e que nos fizesse suspirar por férias.” afirma a artista.

 

A introdução de elementos têxteis e pedras é algo que marca muito esta coleção e todas as peças produzidas pela Anna e permite variedade de cores, padrões e texturas exploradas.


A Anna afirma que os novos bules com padrões são peças das quais sente muito orgulho do resultado. Estes introduziram um novo elemento, padrões com decalques cerâmicos, e há uma grande probabilidade de ser mais explorado no futuro.

 

Podem ver o resto da coleção no site do atelier. Todas as imagens foram selecionadas a partir do site da artista.

Candeeiros de secretária


Para muitos uma mesa de trabalho requer uma boa fonte de luz e cada vez mais, para além da funcionalidade, se valoriza o design e a estética do que temos mesmo ali ao nosso lado a iluminar-nos as ideias.

Os candeeiros podem tornar-se mais do que uma simples ferramenta essencial de trabalho. Podem ser também um elemento de inspiração e de decoração do espaço onde se passam muitas horas do dia e, por isso, devem ser escolhidos com alguma atenção.

Estas são algumas sugestões que podem preencher os critérios de escolha referidos anteriormente. Podem obter mais informações sobre cada candeeiro clicando no nome.





As fontes das imagens encontram-se nas respectivas legendas.


No instagram por mãos portuguesas


Existem aquelas contas de instagram inspiradoras que seguimos, onde praticamente todas as fotografias denotam criatividade e um click com timing perfeito. Muitas dessas contas têm como cenários outros países, mas depois há aquelas que tem por detrás mãos portuguesas em locais portugueses. Hoje. podem conhecer ou relembrar duas delas.

31 coisas para desenhar


Daily Drawing Challenge: 31 Things to Draw é, como o próprio nome indica, um desafio criativo que consiste em desenhar algo diferente durante 31 dias. A ilustradora Lisa Congdon lançou-o no Creativebug, uma plataforma com aulas, inspirações e tutoriais de diversas áreas como arte, design, ilustração, costura, crochet e tricô.

O inverno em três animações


Dias chuvosos pedem mantas quentes, chá, tardes no sofá e maratonas de filmes, séries ou de leitura de livros. Para sair um pouco dessa rotina boa, nem que seja por uns breves minutos, aqui estão três sugestões de animações para ver e admirar o frio que mais caracteriza o Inverno. Em todos eles os sons como os da chuva, do vento ou aqueles que são emitidos pelas personagens são muito realistas e todos os sons ou músicas que fazem parte da banda sonora se enquadram na perfeição.


The Song for Rain de Yawen Zheng

A lista dos prémios que recebeu é extensa e a narrativa é simples, mas com grandes valores implícitos como a amizade e a ajuda. Neste podemos ouvir o som muito realista da chuva. Graficamente ganha um toque especial com aquela criação de textura, como se de desenhos em tela se tratassem.




Sweet Winter de Mary Oldlife

Mary Oldlife tem pelo menos mais dois vídeos neste registo, simplistas e com traços que dão uma ideia de leveza às animações. Este facto torna os movimentos mais delicados, transmitindo a sensação de um ambiente tranquilo e acolhedor.




Winter Fox de Mechanical Apple

O nome diz tudo. A história retrata o inverno de uma família de raposas em que durante um nevão um dos filhotes se perde e não encontra a sua casa. O mais incrível deste vídeo será mesmo a parte técnica, pois todo ele foi realizado através da animação tradicional em Adobe Photoshop e isso significa imensas horas de trabalho.